
Não chega a merecer um poema.
Só o poema merece, por vezes
A inútil tragédia da vida.
As pessoas caem como folhas
E secam no pó do desalento
Se não as leva consigo
A fúria poética do vento.
Para que se justifique a nossa vida
É preciso que alguém a invente em nós.
Os que nunca inspiraram um poema
São as únicas pessoas sós. "
Sem tempo, neste tempo que passa, fica um poema para saborear, em silêncio, da enorme Natália. Volto amanhã ou depois, ou noutro dia qualquer... Vou roubar minutos à vida para procurar os blogues amigos e deixar por cá novidades dos Pêra. Boa semana para todos! Até já!
4 comentários:
B´noite choninha!
Gostei!Natalia Correia uma das Grandes no nosso pequeno Pais.
Bonito!
Bejocas e Boa semana!
BJKs e ABRÇs aos PÊRA... e tu tás desculpada pela tua falta de tempo...lol
... e já bistes agora o sparta como giba?!? LOL
intÉ Bermelha =)
ai cor de fogo...
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